A competição pelo desempenho e o futuro da juventude

Por mais que alguns pais e mesmo professores acreditem que em um mundo competitivo nossos jovens têm que ser competitivos, há consequências para toda a escala de competidores, até mesmo “para os ganhadores”.

Em alguns  países que estão mais adiantados nesta política, as consequências começaram a aparecer e podem ser de difícil reversão, mas nós ainda podemos repensar o que estamos implementando como política pública para nossa juventude.

Novo post da Network for Public Education, de David Labaree and Deborah Malizia, alerta que a mudança das escolas para a competição prejudica nossos jovens.

“Um dos resultados é o aumento devastador do estresse estudantil e da desconexão social, em um ambiente em que cada aluno se torna um adversário em potencial na corrida por desempenho, e a pressão implacável prejudica os alunos em todos os níveis. Nas palavras de uma mãe, “os alunos que estão no topo da classe ainda se sentem ‘inferiores’, os alunos do meio se sentem estúpidos e aqueles que [estão na faixa inferior e] lutam na escola, se sentem esmagados, devastados. … Ninguém ganha.”

Leia a íntegra aqui.

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About Luiz Carlos de Freitas

Professor aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
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2 Responses to A competição pelo desempenho e o futuro da juventude

  1. Avatar de clebhud clebhud disse:

    Olá Professor,

    O Senhor categorizou os tipos de avaliações: sala, institucional e rede/sistema. Estou convencido que há mais uma avaliação que tem interferido no currículo, que é a avalição por resultados de olímpiadas.

    Aonde encaixaremos esta avaliação, no nível micro, no nível meso ou no nível macro? Ou será uma avaliação transversal?

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