Postado originalmente na UOL em 22/04/2012
Linda Darling-Hammond, em seu post “O dano por trás da campanha publicitária” comenta a recente divulgação das notas dos professores na cidade de Nova York:
“Aqui está a chamada: “pior professora” de New York City – ela foi recentemente escolhida e assim rotulada pelo New York Post, após o Departamento Municipal de Educação divulgar o valor agregado nas pontuações dos testes de avaliação aos meios de comunicação para milhares de professores da cidade, identificando cada um pelo nome.”
Mas nao foi somente isso. Os reporteres perseguiram a professora rotulada como a pior na cidade fazendo-lhe perguntas sobre seu desempenho ruim e chegaram a ir até à casa de seu pai.
“Agora os fatos: Mauclair é uma experiente e muito admirada professora de Inglês. Ela trabalha com os novos estudantes imigrantes que ainda não falam Inglês em uma das mais fortes escolas de ensino fundamental da cidade. Sua escola, PS 11, recebeu um A pelo sistema de classificação da cidade e é liderada por uma das diretoras mais respeitadas da cidade, Anna Efkarpides, que declara ser Mauclair uma excelente professora. Ela acrescenta: “Eu colocaria meus filhos em sua classe.”
O mais preocupante é que a cidade divulgou as notas ao mesmo tempo em que alerta que margens de erro enormes limitam as classificações: mais de 30 pontos percentuais em matemática e mais de 50 pontos percentuais em língua inglesa.
Continue lendo (em inglês) em: http://www.edweek.org/ew/articles/2012/03/05/24darlinghammond_ep.h31.html