As reformas empresariais da educação sempre estão “bem acompanhadas” por polpudos orçamentos públicos destinados à iniciativa privada. É por esta razão que a privatização é uma das categorias explicativas das propostas curriculares dos reformadores.
É assim nos Estados Unidos onde as empresas fazem lobby para privatizar as escolas, juntamente com as fundações privadas.
No Chile há um paraíso de faturamento destas empresas privadas produto das reformas empresariais que lá foram implantadas há muito. Se o Congresso chileno não põe a mão nisso, o governo de Piñeira muito menos o faria.
O ministro da Educação do Chile, Harald Beyer, foi destituído pelo Congresso, nesta quarta-feira (18), por não fiscalizar os lucros das instituições de ensino, ao final de um julgamento político no Senado.
A acusação constitucional contra o ministro Beyer foi aprovada por 20 votos contra 18, ao final de uma tensa sessão do Congresso chileno, em Valparaíso, 120 km de Santiago.
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Aqui, no estado do Rio de Janeiro mais um absurdo aconteceu. A justiça concedeu uma limiar ao à Secretaria de Educação suspendendo a greve dos professores estaduais e ainda vai multar o sindicato em 1,5 milhão. O teor da liminar diz que a Greve iria inviabilizar o Saerjinho, o teste que governo aplica aos alunos da rede pública, porém mais uma vez a justiça freando as lutas dos trabalhadores em educação a favor do projeto privatista da escola pública.
http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/servidores-estaduais-da-educacao-que-participarem-de-greve-vao-levar-falta-8145859.html