Os Estados Unidos têm a segunda maior taxa de pobreza infantil entre os 35 países mais ricos do mundo, e o custo em resultados econômicos e educacionais é de meio trilhão de dólares por ano, de acordo com um novo relatório do Educational Testing Service.
O Brasil tem aproximadamente o dobro de pobreza infantil em relação aos Estados Unidos. Eles têm cerca de 22% e nós algo em torno de 50%. E se for calcular a pobreza infantil brasileira por raça, os negros batem o recorde (70%).
Enquanto isso a Finlândia tem apenas 4% de pobreza infantil.
Os dados do PISA mostram a relação entre a pobreza e o desempenho: em primeiro lugar está a Finlândia, depois os Estados Unidos (na média do PISA) e finalmente o Brasil.
Achar que a escola, sozinha, reverte esta situação é a tese americana dos reformadores empresariais e brasileiros – e dos liberais em geral. Infelizmente, a prática se nega a corroborar esta tese.
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