“O governo de São Paulo decidiu criar um sistema de avaliação que vai retirar do cargo diretores de escola que tiverem baixo desempenho.
A iniciativa, à qual a Folha teve acesso, é considerada pela Secretaria da Educação como inédita no país. Atualmente, vigora a ideia de que o dirigente tem estabilidade ao ser aprovado em concurso –ele perde o posto apenas por desvio de conduta.”
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É um absurdo tão grande que está difícil de acreditar que é verdade.
Parece que copiaram de Cuba. Lá quem está na Educação é avaliado e se houver mal desempenho podem ser afastados.
A política pública deve ser alterada para que se avalie a qualidade social da educação, e não apenas um índice de resultados de provas.
Um projeto de Educação pública precisa estar articulado com a questão da arquitetura das escolas, a sua pedagogia, uma política sociocultural e financeira. Desta forma sim pode-se avaliar quem está inserido nos cargos: funcionários, professores e diretores. Sem que haja um projeto que abranja a complexidade da educação pune-se um bode expiatório e continua sempre a mesma situação.
Os políticos já são avaliados pelas urnas, enquanto se eleger políticos sem avaliar suas propostas políticas vai-se colocando no governo quem quer terminar com o serviço público e não quem está fortalecendo este setor. O PSDB deixa claro sua intenção de privatizar o serviço público favorecendo a iniciativa privada. Isto sim é o caos.
E quando é nomeado para a secretaria de educação pessoas do serviço privado ou economistas, o que se pode esperar desta educação pública?