Michael Moore: o invasor americano

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Em uma trama em que Moore é escalado pelo exército dos Estados Unidos para roubar boas ideias que possam melhorar a vida nos Estados Unidos, ele vai a vários países europeus para conhecer suas políticas públicas e “roubar” as boas ideias deles. Entre as políticas públicas que examina estão a educacional e a relativa ao sistema prisional, ambas absolutamente atuais para nossa realidade.

Um filme que nos motiva a lutar contra os caminhos que estamos trilhando atualmente no Brasil. Não deixe de ver no Netflix, clicando aqui.

Sobre Luiz Carlos de Freitas

Professor aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
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5 respostas para Michael Moore: o invasor americano

  1. Seu Zé disse:

    Estou 100% de acordo com você, na verdade esse vídeo deveria ser chamado “O invasor BRASILEIRO” e o puxão de orelha que a mulher dá no final nos americanos, na verdade parece que ela está falando conosco, os brasileiros.

  2. Aplica-se muito bem a nós mesmos…

  3. Sandro Livramento disse:

    Olha será o meu primeiro trabalho esse ano com o grupo de professores da minha escola pública. Tb convidarei alunos para assistir. Muito bom mesmo!!

  4. Abelardo disse:

    Vou assistir. Tem também o filme “Eu, Daniel Blake”. O comentário da Carta Capital é preciso: “O filme tem como proposta denunciar a precarização da classe trabalhadora britânica diante de um Estado burocratizado, mecanizado, insensível – e, no limite, assassino.”
    http://www.cartacapital.com.br/cultura/201ceu-daniel-blake201d-o-grito-de-ken-loach-nao-previu-o-brexit

  5. Raymundo de Lima disse:

    Estou na metade do doc e já aprendi muito: saber como funciona o sistema educacional finlandês, como são educadas as crianças francesas principalmente para não ficarem obesas, a universidade pública da eslovênia, a proibição de as empresas para enviar ou telefonar para os empregados nos finais de semanas e férias, o tempo livre dos italianos, enfim….e nenhum destes países são socialistas.

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