Pensar a educação: autoritarismo e resistência

Nova edição de Pensar a Educação reflete sobre a educação em nosso tempo:

“Em 2017 foi um ano que, de forma similar aos tempos da ditadura, vimos atualizada e mobilizada boa parte das características mais nefastas que marcaram os nossos últimos 500 anos de história. Das maneiras mais diversas, nossas instituições privadas e estatais valorizaram muito pouco a dimensão pública. Pelo contrário, mostraram como todo o autoritarismo, o racismo e o sexismo institucionalizados podem ser mobilizados para a obstrução e destruição de políticas de promoção das igualdades e das diversidades entre nós.

Todavia, o ano não termina de todo lamentável. Há que se saudar e reconhecer a disponibilidade e disposição dos mais diversos sujeitos, individuais e coletivos, que ocuparam o espaço público para denunciar o arbítrio e defender melhores dias para o Brasil. Tal mobilização, ao mesmo tempo em que coloca anteparos, poucos por certo, à plena destruição das políticas voltadas para a população mais pobre e para a garantia dos direitos, nos educa e conforta para a continuidade da longa luta que travaremos nos próximos anos.”

Acesse a íntegra aqui.

Sobre Luiz Carlos de Freitas

Professor da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
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Uma resposta para Pensar a educação: autoritarismo e resistência

  1. Parabéns pelas matérias!

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