A Frente Parlamentar da Educação, composta por 237 deputados, reuniu-se com o Ministro da Educação, o qual pediu a eles que se envolvam com a agenda da educação no Congresso. Durante o evento o deputado Alex Canziani, presidente da Frente, foi claro:
“O presidente da Frente Parlamentar da Educação, Alex Canziani, observou que a Frente Parlamentar da Educação defendeu a participação de toda rede de ensino, privada e pública, na Olimpíada Brasileira de Matemática e a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 395, que permite que as universidades públicas cobrem por cursos de pós-graduação lato sensu, como cursos de especialização. O parlamentar também ressaltou a importância de uma legislação que regule a criação de fundos patrimoniais para as universidades.
“As grandes universidades do mundo têm fundos patrimoniais que ex-alunos, pessoas que passaram por essas universidades, doam a essa universidade em gratidão por aquilo que a universidade fez, muitas vezes universidades pagas no exterior. Aqui nós temos uma quantidade significativa de universidades públicas e os alunos não contribuem, e muitas vezes não contribuem porque não existe um mecanismo legal pra poder acontecer’’, defendeu Canziani.”
Vem aí, mais privatização e filantropia. Educação séria, no entanto, não é coisa para empresários e nem para “boa ação” da filantropia. É matéria de prioridade nacional que necessita de investimento público e planejamento.
A filantropia e os homens de negócio, nas crises, desaparecem e não investem e nem doam. E como vivemos em um mundo cercado de crises, não é nada responsável vincular a educação com estas áreas.
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