MEC pode entrar na “fatura” do DEM

Para garantir a eleição na Câmara e no Senado o governo teve que estabelecer “acordos” que poderão envolver uma reforma parcial dos ministérios. É a fatura do acordo. Neste momento a questão começa a ser ensaiada.

A repentina mudança do DEM – Partido Democratas – rifando Maia e seu candidato, começa a ser explicada. Pode ser que a ele caiba o comando do MEC. Se for assim, abre-se a possibilidade de que os reformadores empresariais da era Temer, hoje confinados no Conselho Nacional de Educação, voltem a comandar o ministério.

Eis porque Maia afirmou que o DEM poderia se transformar no “partido da boquinha”.

Leia aqui.

Sobre Luiz Carlos de Freitas

Professor aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
Esse post foi publicado em Assuntos gerais, MEC sob Bolsonaro, Meritocracia, Privatização, Responsabilização/accountability e marcado , . Guardar link permanente.

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