Mais uma vez: não é o que parece

Mascarada de “escola pública” a empresa de gerenciamento Summit participa de evento em São Paulo e prepara mercado. Lobo em pele de cordeiro, a Summit é apresentada no Brasil como escola pública com o título: “É possível alto nível na escola pública”.

Mas Summit é uma empresa que gerencia privadamente escolas públicas. Como já divulgamos aqui, não há evidência que mostre que elas são melhores que as escolas públicas regulares americanas, não se os estudos são sérios e com alunos pareados, ou seja, estudos com alunos equivalentes entre as redes.

Mostrar que os estudantes entram na Universidade não é suficiente pois tem que haver controle do nível sócio econômico dos alunos comparados. As escolas charters americanas como a Summit retiram das redes públicas os melhores alunos, deixando os demais para a própria rede pública dar conta.

Selecionando alunos, a competição fica desigual.

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About Luiz Carlos de Freitas

Professor aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
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