O ano em que o SAEB não existiu

Não há outra alternativa, se o governo quer que o SAEB 17 seja levado a sério deve anular o atual cálculo e fazer outro em bases equivalentes aos anos anteriores. Qualquer mudança, deve ser feita a futuro e após amplo debate. O cálculo deste ano não será levado a sério pelas escolas. Já está perdido. O jeito é começar tudo de novo e assumir que ao INEP não cabe fazer política pública, apenas avaliar.

Sobre Luiz Carlos de Freitas

Professor aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
Esse post foi publicado em Ideb, Mendonça no Ministério, Meritocracia, Prova Brasil, Responsabilização/accountability. Bookmark o link permanente.

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