Educação americana piorou

A educação americana, que já não andava bem, ficou pior com a pandemia. O Centro Nacional de Estatísticas da Educação (NCES), responsável pela avaliação nacional de larga escala nos Estados Unidos, divulgou os resultados dos testes administrados em 2022, o NAEP que mostram tendências de longo prazo (1971-2023). Os resultados correspondem às pontuações médias dos alunos com a idade de 13 anos e eles não são bons:

“As pontuações médias dos alunos de 13 anos diminuíram 4 pontos em leitura e 9 pontos em matemática em comparação com a avaliação anterior administrada durante o ano letivo de 2019–20. Em comparação com uma década atrás, as pontuações médias caíram 7 pontos em leitura e 14 pontos em matemática.”

Leia análise completa aqui.

No caso de matemática, os resultados recuaram para valores de 1990 e em leitura recuaram para 2004. Para o jornal Washington Post:

“As pontuações dos testes nacionais despencaram para jovens de 13 anos, de acordo com novos dados que mostram a maior queda em matemática em 50 anos e nenhum sinal de recuperação acadêmica após as interrupções da pandemia.

Quando se examinam as tendências separando os níveis de desempenho dos estudantes, verifica-se que o dano foi maior com o grupo de alunos de baixo desempenho – diz o jornal. 

“Em matemática, suas pontuações mostraram quedas de 12 a 14 pontos, enquanto seus colegas de melhor desempenho caíram apenas seis pontos. O padrão de leitura foi semelhante, com os de pior desempenho vendo o dobro do declínio dos de melhor desempenho.”

Leia aqui.

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About Luiz Carlos de Freitas

Professor aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
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