Nota da ANDIFES sobre as Universidades Públicas

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), preocupada com o cumprimento das missões de ensino, pesquisa e extensão das universidades públicas federais, gratuitas e com a qualidade que a sociedade brasileira e o desenvolvimento sustentável do país requerem, diante da conjuntura de cortes e contingenciamento de seus orçamentos, alerta a sociedade sobre os problemas que as Universidades públicas estão enfrentando.

“Ressaltamos a importância de afirmar o relevante papel cumprido pelas universidades públicas federais em sua missão social, acadêmica e científica, que, a despeito das adversidades, mantêm-se como referência no país, na América Latina e no mundo. As melhores universidades brasileiras são públicas, aí incluídas as universidades federais, conforme demonstrado nos diversos rankings de avaliação; é nessas universidades que se oferece a melhor formação de profissionais de nível superior, como atestado pelo próprio Ministério da Educação; é nas universidades federais que são titulados mais da metade dos mestres e doutores do país; e é nas universidades federais que se produz parte expressiva da ciência e da inovação que geram riqueza e renda para a sociedade brasileira. Por isso, o que está em risco é o futuro do país, não apenas o pagamento das contas do ano de 2017; por isso, é indispensável defender as condições de funcionamento das universidades públicas federais.”

Baixe e leia a íntegra aqui.

Sobre Luiz Carlos de Freitas

Professor da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
Esse post foi publicado em Assuntos gerais, Mendonça no Ministério, Privatização e marcado . Guardar link permanente.

2 respostas para Nota da ANDIFES sobre as Universidades Públicas

  1. Guilherme Rios disse:

    Seria interessante também uma nota dessas para as escolas públicas gratuitas.

  2. Bom dia.O senhor poderia explorar também as condições de trabalho e de produção dos docentes que atuam na EAD das universidades públicas,pois está se criando uma subcategoria profissional no próprio ensino público universitário,em função em parte dessa qualidade propalada justamente.Diante no novo marco regulatório para a EAD faz-se mister enfrentar tal realidade,sob pena de em poucos anos jogarmos por terra reconhecimento conquistado.(Sec.adjunta ADOPEAD-RJ/Ssind-ANDES)

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