Presidenta da ANFOPE contesta política do MEC

A Profa. Lucília Lino de Paula, Presidenta da ANFOPE – Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação –  examina a proposta do MEC para a formação de professores em entrevista à Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio:

“Para ela, os gestores não podem jogar sobre o professor toda a carga da aprendizagem das crianças e jovens brasileiros, já que eles próprios têm responsabilidade. “A escola tem que ter condições, tem que ter equipe técnica, tem que ter projeto político-pedagógico. É claro que passa por um professor bem formado. Mas não se faz uma política séria sem associar formação à valorização dos professores, que tem a ver com carreira, com salário e com condições de trabalho. É um pacote”, diz Lucilia.

A presidente da Anfope esclarece que as entidades sempre defenderam uma política nacional de formação de professores articulada com o sistema de ensino e as instituições formadoras. “Nós não tínhamos essa política; tínhamos programas que, muitas vezes, não se articulavam. Mas a Política anunciada não é a que defendemos. Não é a que o Plano Nacional de Educação determina porque, justamente, só culpabiliza o professor”. Procurado pela reportagem do Portal EPSJV/Fiocruz, o MEC não respondeu às perguntas enviadas.”

Leia a íntegra aqui.

Sobre Luiz Carlos de Freitas

Professor da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
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