Zara: Ensino híbrido e a Black Friday

Zara Figueiredo Tripodi analisa documento sobre ensino híbrido do Conselho Nacional de Educação, em post no Estadão:

“O desenho proposto pelo CNE  é tributário de Nota Técnica na qual se afirma que no modelo híbrido “os tempos de aprendizagem são repartidos entre atividades face a face entre alunos e destes com o professor, para aqueles conteúdos que dependem da interação para melhor aprendizagem”, abrindo a “possibilidade de oferecer atividades individualizadas realizadas fora dos tempos e espaços da aula, com apoio de recursos digitais, potencializando o tempo e o espaço disponíveis para o processo de ensino”.

Para a autora, “pelo menos 04 ordens de razões dificultam compreender a proposta do CNE como razoável e que expresse a garantia do direito à educação, conforme descrito no “mérito” do Documento.”

Leia aqui.

Sobre Luiz Carlos de Freitas

Professor aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
Esse post foi publicado em Estreitamento Curricular, MEC sob Bolsonaro, Pastor Milton no MEC, Privatização, Responsabilização/accountability e marcado , , , , . Guardar link permanente.

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