Dizem que o Secretário da Educação de São Paulo, Renato Feder, estaria cotado para um eventual governo de Flávio Bolsonaro. Se for verdade, um pequeno artigo aparecido no “Jornal Em Dia Bragança” escrito pela Profa. Andreia Aparecida Catadori Rodrigues Castilho, comentando a atual situação do magistério no Estado de São Paulo, pode dar uma ideia da “política educacional” do empresário Feder.
Diz a professora:
“O sucesso dessa execução é medido por metas. Metas são a palavra da vez. Metas nas mil e uma plataformas, metas nas apresentações de slides (sim, as aulas já vêm todas prontas em slides superficiais e maçantes) metas nas avaliações externas (as internas são dispensáveis, não têm valor algum), metas nos índices educacionais bimestrais, metas no número de aprovações, metas no preenchimento de planilhas, metas na quantidade de tarefas executadas pelos estudantes, metas no tempo recorde em que lhes são apresentadas e cobradas essas execuções, metas na Super BI (a superplataforma que monitora tudo).Todas a toque de caixa, muitas vezes, sem nenhum planejamento, sem nenhuma organização, sem equipamentos, sem internet de qualidade, sem a mínima condição para execução. Mas o terror não para por aí. Temos ainda as metas, pasmem, no índice de frequência dos estudantes (como se essa fosse uma variável totalmente controlada pela boa vontade e o mais puro desejo dos professores e professoras).” (…)
“E para os gestores que não alcançarem metas “rua”, brada Renato Feder “não bateu a meta, tchau”.”
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Mas não para por aí. Ainda existem as escolas militarizadas e a privatização das escolas que também poderão vir a ser impulsionadas em uma eventual gestão.
Mestre saudações
Estamos lutando até o final para que o descalabro do retorno da quadrilha Bozo não aconteça. O desastre não se limitara’ apenas a um retorno e sim a recolonizacao do Brasil.
A luta continua.
Venceremos
Abs a vc e sua brava lutadora
Rogerio