Ravitch publicou em seu blog um resumo da poderosa fala de Richard Rothstein: “Segregation Practices Block Achievement Gains” na Associação Americana de Superintendentes de Escolas, resumida por Sasha Pudelski.
Leia o resumo completo da fala de Rothstein aqui no site da AASA.
Rothstein “criticou aqueles que no movimento de reforma acreditam que a evidência de uma escola que consegue educar grupos concentrados de estudantes desfavorecidos seja uma prova de que é possível fazê-lo em qualquer lugar. Ele rebateu reformadores escolares como Joel Klein, ex-chanceler do New York City escolas, que argumentam que se os líderes da escola tiverem expectativas mais elevadas e maior qualidade dos professores, poderiam garantir a todos os estudantes pobres, com fome, itinerantes, uma realização equivalente ao seu par estável, rico e saudável.
Rothstein concluiu insistindo que, se os Estados Unidos espera ter logo ganhos radicais na erradicação da diferença de desempenho, a resposta não está na agenda de reforma da escola, mas em mudanças concretas na política federal, estadual e local para que os alunos desfavorecidos possam ser integrados aos distritos escolas de classe média ou de alto bem estar.
“Quando os alunos desfavorecidos são agrupados em escolas, seus desafios são agravados e superpõem-se uns sobre outros. A não ser que integremos alunos carentes em escolas de classe média, nunca vamos diminuir a diferença de desempenho além do que já fizemos hoje“, disse Rothstein.”
Esta fala é importante porque, nos Estados Unidos e agora também no Brasil, há um movimento para se colocar em segundo plano a miséria que envolve os alunos, com a argumentação de que a miséria é desculpa do professor para não ensinar.
Em outro estudo este pesquisador já havia alertado para inconsistência na fala dos reformadores empresariais quando afirmou:
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