Setubal: a “escolha” aumenta segregação

Em seu blog na UOL, Maria Alice Setubal analisa uma questão: as famílias não deveriam ter mais poder de escolha sobre onde seus filhos estudam?

“Para resolver o problema, alguns dizem que o ideal seria dar autonomia para que cada família pudesse optar pelo seu local de estudo. Por esse modelo, deste modo surgiria uma competição saudável e natural entre as escolas pelos alunos, e aquelas menos preparadas acabariam obrigadas a melhorar sua qualidade – ou a fechar suas portas. Assim, pela competição, se chegaria à solução.”

Conheça a posição da autora sobre esta questão aqui.

Sobre Luiz Carlos de Freitas

Professor aposentado da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
Esse post foi publicado em Escolas Charters, Privatização, Reorganização escolas em São Paulo, Segregação/exclusão. Bookmark o link permanente.

2 respostas para Setubal: a “escolha” aumenta segregação

  1. Maria Estela Sigrist Betini disse:

    O que a autora não considera é que na competição ganha sempre quem pode mais. Se as escolas não tiverem como critério matricular os alunos de sua região, “reservarão” as vagas para os “melhores” alunos e deixarão os menos privilegiados a procura de onde encontrar uma vaga, que pode ser em locais inconvenientes para a criança e família. A elite sempre pensando como elite.

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