A “reforma” está nua

John Merrow escreve sobre a farsa da reforma empresarial em Washington (USA):

“O rei está nu, e é hora de que todos reconheçam isso. Prova disso é Washington, DC, o preferido da multidão da “reforma escolar” que a ofereceu como evidência das reformas baseadas em testes, as quais recompensavam os professores pela elevação da pontuação do aluno em testes. As pontuações (e aquelas com escores baixos dispararam) eram a bala mágica para reestruturar os distritos escolares urbanos problemáticos.

“Mas agora sabemos que cerca de um terço dos recém-formados do ensino médio de Washington – 900 estudantes – não deveriam receber diplomas e que cruzaram este estágio porque alguns adultos mudaram suas notas ou as empurraram para a farsa conhecida como “recuperação de créditos”, na qual os alunos podiam obter seus créditos de um semestre inteiro passando algumas horas durante uma semana na frente de um computador.”

“Não faz sentido gastar muita energia olhando para trás e criticando. Devemos rejeitar a reforma baseada em testes como a fraude prejudicial que ela é. Esse é o ponto de partida correto.”

Leia aqui.

Sobre Washington, veja aqui também.

Sobre Luiz Carlos de Freitas

Professor da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
Esse post foi publicado em Avaliação de professores, Mendonça no Ministério, Meritocracia, Privatização, Responsabilização/accountability e marcado , , , , , , . Guardar link permanente.

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