USA: para não esquecer as notícias da matriz

É bom relembrarmos, aqui, a meia volta dada na educação nos Estados Unidos no final de 2015, quando estamos assistindo no Brasil a um reordenamento da política educacional. Muito embora esta nova postura ainda seja mais intenção do que realidade (e precisaria ter atingido outras áreas que passaram ilesas na nova legislação), não deixa de ser importante que o Congresso americano tenha se posicionado desta forma.

Segundo Alyson Klein, no site do Education Week:

“Durante as últimas três décadas, a responsabilização da escola pública foi posicionada apenas em uma direção: padrões comuns, testes padronizados, e um papel maior para o governo federal em dar forma em como os estados avaliam o desempenho dos alunos e melhoram as escolas.

Mas agora, parece que estamos dando meia-volta.

Refletindo uma mudança sísmica em atitudes em relação a atuação federal em educação, estados e distritos estão recebendo ampla flexibilidade quando se trata de como medir o progresso da escola e do aluno. E eles têm muito mais a dizer quando se trata de intervir nas escolas de menor desempenho. Eles também foram encarregados de olhar para uma ampla gama de fatores para avaliar o desempenho escolar, não apenas os resultados dos testes.”

Leia mais aqui.

Sobre Luiz Carlos de Freitas

Professor da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - (SP) Brasil.
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